Talvez respirar seja realmente agressivo e contar o passar do tempo pelas batidas de um coração descompassadamente impossível. Talvez o homem, na velhice, respire melhor pelo desgaste já causado antes e seu coração bata menos pela vida passada, por tudo não alcançado e que ele teve que aprender a esperar, sem nem ao menos querer. Por tanto rir ou chorar, por sentir, ou sei lá, pelo passar.
(café de hoje: café amargo em uma tarde chuvosa de bons papos com primos que há muito não se viam, proveitoso e memorável, gosto de saudade morta.)
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